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Lei Complementar nº 17/1997 e suas alterações (Organização Judiciária do Amazonas)

Disposições Preliminares e Organização Judiciária · resumo, macete e questões para concurso

Entenda primeiro

Entenda Lei Complementar nº 17/1997 e suas alterações (Organização Judiciária do Amazonas) de um jeito simples

Imagina que o Poder Judiciário do Amazonas é como um grande time de futebol, e a Lei Complementar nº 17/1997 é o 'regulamento oficial' desse time. Ela diz quem joga em qual posição, quais são as regras do jogo e como o time todo funciona para garantir que todo mundo jogue limpo e que as decisões sejam justas. O principal objetivo dessa lei é organizar como a justiça funciona aqui no Amazonas, desde os juízes até os funcionários que ajudam eles.

Pensa que o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) é como o 'capitão' desse time, o jogador mais importante. Abaixo dele, tem os 'jogadores de linha', que são os Juízes de Direito, que trabalham em lugares chamados Varas e Comarcas – tipo os campos de futebol onde acontecem os jogos. E tem também os Juizados Especiais, que são como os 'jogos rápidos' para problemas menores, tipo uma briga por um brinquedo ou um pequeno acidente. A lei explica como o 'capitão' é escolhido – os Desembargadores – e como os outros 'jogadores' são promovidos ou entram no time. Ela também diz o que cada 'jogador' pode fazer – isso é a 'competência' – tipo se ele julga casos de família, de dinheiro ou de crimes.

Quando a gente fala em 'Justiça comum' e 'Justiça especial', é como se tivéssemos dois tipos de campeonatos. A Justiça comum é o campeonato principal, que cuida da maioria dos problemas do dia a dia, como brigas por herança, dívidas ou crimes. Já a Justiça especial são os Juizados Especiais – lembra dos 'jogos rápidos'? – que servem para resolver problemas mais simples e rápidos, como uma conta que não foi paga direito ou um pequeno desentendimento entre vizinhos. É como se fossem as 'ligas menores' onde as regras são mais simples e o jogo acaba mais rápido. A lei também cria 'times especializados', como os que cuidam só de casos de violência contra a mulher ou de problemas de meio ambiente, para que esses casos sejam tratados com mais atenção.

Para alguém virar juiz – um 'jogador' desse time – não é fácil! Primeiro, tem que estudar muito, fazer faculdade de Direito e depois passar num concurso super difícil, que é como uma 'peneira' para escolher os melhores. Tem que ter pelo menos três anos de experiência depois de formado. Depois de passar, o juiz fica dois anos em 'período de teste' – o estágio probatório – para ver se ele é bom mesmo. Se ele for aprovado, ganha uma garantia chamada 'vitaliciedade', que é como um 'contrato vitalício': ele só perde o cargo se fizer algo muito grave e for julgado por isso. É para garantir que o juiz possa trabalhar tranquilo, sem medo de ser mandado embora por qualquer coisa, e possa tomar decisões justas sem pressão. O 'resumo da ópera' é que essa lei é o manual de instruções do Poder Judiciário do Amazonas, dizendo como ele é montado, quem faz o quê e como as regras são aplicadas para que a justiça seja feita para todos.

Macete

Como memorizar

TJAMA

Aula escrita

O assunto completo

A Lei Complementar nº 17/1997, que dispõe sobre a Organização Judiciária do Estado do Amazonas, estabelece a estrutura e o funcionamento do Poder Judiciário amazonense, garantindo a prestação jurisdicional. Seu objetivo primordial é definir a competência, a composição e as atribuições dos órgãos judiciários, bem como a carreira da magistratura e os serviços auxiliares da Justiça. A lei é um instrumento essencial para a efetividade do direito no âmbito estadual, detalhando desde a jurisdição e a hierarquia dos tribunais até as normas processuais específicas que regem o trâmite dos feitos. Compreender essa legislação é fundamental para qualquer operador do direito que atue ou pretenda atuar no Amazonas, pois ela é a base para a aplicação da justiça local, refletindo a autonomia dos estados na organização de seus sistemas judiciais, conforme o artigo 125 da Constituição Federal de 1988.

O Poder Judiciário do Amazonas é composto por órgãos de jurisdição superior e de primeira instância. No topo da hierarquia estadual, encontra-se o Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM), que é o órgão máximo da Justiça comum no estado. Abaixo dele, estão os Juízes de Direito, que atuam nas Varas e Comarcas, e os Juizados Especiais, que tratam de causas de menor complexidade. A LC 17/1997 detalha a composição do TJAM, estabelecendo o número de Desembargadores e a forma de provimento de seus cargos, que ocorre por promoção de Juízes de carreira ou por nomeação de membros do Ministério Público e advogados, pelo quinto constitucional. A jurisdição é a capacidade de dizer o direito e aplicar a lei, e a competência é a delimitação dessa jurisdição para cada órgão ou juiz, seja em razão da matéria, do valor da causa, da pessoa ou do território.

A aula inteira tem cerca de 1100 palavras, dividida em 2 partes. Continue lendo dentro da PersisteIA, com palavras-chave coloridas, marca-texto e leitura em voz alta.

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Poder Judiciário AM

Fundamento Legal
  • Constituição Federal
  • Constituição Estadual
  • LC n.º 17/1997
  • Regimento Interno TJAM
  • Hierarquia normativa
Estrutura Geral
  • Tribunal de Justiça
  • Juízes de Direito
  • Juizados Especiais
  • Órgãos de 1.ª instância
  • Órgãos de 2.ª instância
Tribunal de Justiça
  • Sede na Capital
  • Jurisdição estadual
  • Composição: Desembargadores
  • Órgão de 2.ª instância
  • Cúpula do Judiciário
Juízes de Direito
  • Primeira instância
  • Atuam nas Varas
  • Decisões iniciais
  • Competência definida
  • Base da pirâmide
Juizados Especiais
  • Causas de menor complexidade
  • Celeridade processual
  • Acesso à justiça
  • Lei Federal específica
  • Competência limitada
Órgãos do TJAM
  • Tribunal Pleno
  • Câmaras Cíveis
  • Câmaras Criminais
  • Seções Reunidas
  • Conselho da Magistratura
Princípios
  • Independência
  • Imparcialidade
  • Acesso à justiça
  • Celeridade
  • Publicidade
Atenção

Pegadinhas que a banca explora

Treine

Questões de Certo ou Errado

Julgue o item antes de abrir o gabarito.

1. A Lei Complementar nº 17/1997, que dispõe sobre a Organização Judiciária do Estado do Amazonas, estabelece que a Justiça Militar Estadual é parte integrante do Poder Judiciário do Amazonas.Ver gabarito
ERRADO. A LC 17/97 não prevê a Justiça Militar Estadual como parte do Poder Judiciário do Amazonas, que é composto pelo Tribunal de Justiça e juízes de primeiro grau.
2. Conforme a LC 17/97, o Tribunal de Justiça do Amazonas é composto por Desembargadores e Juízes de Direito de Entrância Especial, estes últimos com direito a voto em todas as sessões plenárias.Ver gabarito
ERRADO. O TJAM é composto por Desembargadores. Juízes de Direito não integram o Tribunal de Justiça, mas atuam no primeiro grau de jurisdição.
3. A LC 17/97 prevê que a criação de novas Varas ou Comarcas no Estado do Amazonas deve ser feita por lei específica, mediante proposta do Tribunal de Justiça.Ver gabarito
CERTO. A criação de Varas e Comarcas é de iniciativa do TJAM, mas depende de lei específica, conforme a LC 17/97 e a Constituição Estadual.
4. A competência para processar e julgar as causas de interesse da Fazenda Pública Estadual é atribuída, em regra, às Varas da Fazenda Pública, conforme a organização judiciária do Amazonas.Ver gabarito
CERTO. As Varas da Fazenda Pública são especializadas para julgar causas em que o Estado ou suas autarquias são partes, conforme a LC 17/97.
5. A LC 17/97 estabelece que a remoção de juízes de uma comarca para outra pode ocorrer por permuta, desde que ambos os juízes manifestem interesse e a permuta seja aprovada pelo Conselho da Magistratura.Ver gabarito
ERRADO. A remoção de juízes é disciplinada pela LC 17/97, mas a permuta não é a única modalidade, e a aprovação é do TJ Pleno, não do Conselho da Magistratura.
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